terça-feira, 11 de dezembro de 2007

o carro funerário e outros excertos

E muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento... O rapaz, que não era um coronel, não foi fuzilado. Sentou-se, tomou uma xícara de café e passou a manhã estudando os transeuntes.

E entre uma xícara de café e outra, sumarizei o fim de semana, um dos mais hilários do ano.

Sexta: quase atropelado por um carro funerário.

Sábado: aprendi que o caldo de peixe knorr dá muito menos trabalho que o de verdade, com oito cabeças cortadas, espinhas e rabo. Acredite: qualquer pessoa que veja um caldo sendo feito não fica com muito apetite. Mas, pra minha surpresa, o negócio saiu melhor do que eu esperava. Rolou festeenha e o menu foi [quase, porque o chocolate amargo com queijo bursin não funcionou] perfeito.

Domingo: depois da avalanche de pratostaçascopos lavados, um filme argentino muito estranho, veio a recompensa: minha cama.

Segunda: Antonio Meneses se acabando lá, tocando Clovis Pereira, e eu me acabando no Ballantine's, que a vida estava triste.

Anyway, realmente entendi que às vezes a divina providência insiste em ajudar mas a gente tende a mandá-la sempre à merda. Oy vey.

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