É aquela cousa: sempre que o avião vai pousar penso que vou morrer. Aí passa o filminho da vida, etc e tal e sempre fico muito puto por não conseguir lembrar de muita coisa. Mas como eu nunca moro nesse momento, é um problema resolvível.
Mas, enfim, o avião pousou. Ê, tô no Rio. O 'ê' foi uma celebração que durou não mais que meia hora, porque ainda na saída do aeroporto tinha um engarrafamento do caraleo. Mas como V. é paciente, a gente saiu conversando o caminho todo:
[o carro parado na Linha Vermelha; à direita uma favela, à esquerda um matagal]
eu: Vey, essa é a hora em que a gente leva um tiro?
ele: Não, Vey. Só rola tiro se tiver favela de um lado e de outro.
eu: Ah tá.
Eu adoro o Rio.
domingo, 22 de junho de 2008
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